Um novo estudo publicado na revista *Human Reproduction* constatou que a exposição a partículas finas (PM2.5) provenientes de incêndios florestais pode afetar significativamente a taxa de nascidos vivos da fertilização in vitro (FIV). A equipe de pesquisa analisou dados de milhares de ciclos de FIV nos Estados Unidos e descobriu que mulheres que tiveram embriões implantados durante períodos de pico de fumaça de incêndios florestais apresentaram uma taxa de nascidos vivos aproximadamente 38% menor que a do grupo com baixa exposição. Essa descoberta oferece referências importantes sobre riscos ambientais para casais que planejam a reprodução assistida.
Os pesquisadores observaram que as partículas PM2.5 presentes na fumaça de incêndios florestais podem penetrar nos pulmões e entrar na corrente sanguínea, interferindo potencialmente na receptividade endometrial e no desenvolvimento embrionário. Embora se saiba que a poluição do ar em geral afeta a fertilidade, este é o primeiro estudo quantitativo voltado especificamente ao impacto da fumaça de incêndios florestais nos resultados da FIV. Especialistas recomendam que pessoas que vivem em áreas sujeitas a incêndios florestais considerem adiar a transferência de embriões ou a coleta de óvulos quando o Índice de Qualidade do Ar (AQI) atingir um nível "insalubre".
Para leitores que estão atualmente em tratamento de FIV, o estudo oferece orientações práticas: os riscos de exposição podem ser reduzidos monitorando o AQI local, usando purificadores de ar e limitando atividades ao ar livre. Se o cronograma do tratamento permitir, discutir com um médico especialista em reprodução o adiamento da transferência para evitar a temporada de incêndios florestais pode ser uma estratégia para melhorar as taxas de sucesso. No entanto, o estudo também enfatiza que as circunstâncias individuais variam muito e que o melhor plano deve ser avaliado em conjunto com a equipe médica.
Fonte: People.com. Este artigo é uma reportagem traduzida para referência geral.
Notícias | Estudo: fumaça de incêndios florestais pode afetar as taxas de sucesso da FIV, sugerindo a suspensão do tratamento em áreas de alto risco
Um novo estudo publicado na revista *Human Reproduction* constatou que a exposição a partículas finas (PM2.5) provenientes de incêndios florestais pode afetar significativamente a taxa de nascidos vivos da fertilização in vitro (FIV). A equipe de pesquisa analisou dados de milhares de ciclos de FIV nos Estados Unidos e descobriu que mulheres que tiveram embriões implantados durante períodos de pico de fumaça de incêndios florestais apresentaram uma taxa de nascidos vivos aproximadamente 38% menor que a do grupo com baixa exposição. Essa descoberta oferece referências importantes sobre riscos ambientais para casais que planejam a reprodução assistida.
Os pesquisadores observaram que as partículas PM2.5 presentes na fumaça de incêndios florestais podem penetrar nos pulmões e entrar na corrente sanguínea, interferindo potencialmente na receptividade endometrial e no desenvolvimento embrionário. Embora se saiba que a poluição do ar em geral afeta a fertilidade, este é o primeiro estudo quantitativo voltado especificamente ao impacto da fumaça de incêndios florestais nos resultados da FIV. Especialistas recomendam que pessoas que vivem em áreas sujeitas a incêndios florestais considerem adiar a transferência de embriões ou a coleta de óvulos quando o Índice de Qualidade do Ar (AQI) atingir um nível "insalubre".
Para leitores que estão atualmente em tratamento de FIV, o estudo oferece orientações práticas: os riscos de exposição podem ser reduzidos monitorando o AQI local, usando purificadores de ar e limitando atividades ao ar livre. Se o cronograma do tratamento permitir, discutir com um médico especialista em reprodução o adiamento da transferência para evitar a temporada de incêndios florestais pode ser uma estratégia para melhorar as taxas de sucesso. No entanto, o estudo também enfatiza que as circunstâncias individuais variam muito e que o melhor plano deve ser avaliado em conjunto com a equipe médica.
Fonte: People.com. Este artigo é uma reportagem traduzida para referência geral.