Guia | Desafios e resiliência durante a gravidez: mães compartilham suas experiências
A gravidez costuma ser vista como um período feliz de preparação para a chegada de um bebê. Na realidade, nem sempre é tão ideal quanto os filmes e a televisão sugerem. Muitas gestantes enfrentam desafios, incertezas e sofrimento. Aqui, algumas mães descrevem seus momentos mais difíceis e o que as ajudou a lidar com eles.
Aprendi a pedir ajuda
Minha primeira gravidez transcorreu relativamente bem, apesar de algum desconforto. A segunda foi completamente diferente: senti náuseas o dia todo durante o primeiro trimestre. Cuidar de uma criança de dois anos deixava quase nenhum tempo para descansar, e eu estava constantemente exausta. A dor aguda causada pela frouxidão das articulações do quadril e da pelve tornava desconfortável sentar e deitar. A dor física persistente e a piora da saúde mental tornaram a experiência extremamente difícil.
O que me ajudou: Gengibre e pulseiras de acupressão não aliviaram muito as náuseas. Dormir sempre que possível e comer com frequência funcionou melhor. Os carboidratos eram os únicos alimentos que não me causavam náusea, então eu levava batatas fritas e pasta de amendoim com chocolate. A fisioterapia ajudou um pouco na dor articular, e comecei a fazer terapia. Mais importante, aprendi a pedir e aceitar ajuda. Tentar ser uma “supermulher” só me deixou ainda mais exausta; o maior alívio veio quando deixei meu marido, minha família e meus amigos ajudarem.
— Stephanie Ilagi, Durham, Carolina do Norte
Passei tempo demais sozinha
Durante minha primeira gravidez, meus sintomas foram relativamente típicos — alguns enjoos matinais no início e cansaço mais tarde. Minha segunda gravidez foi completamente inesperada.
O que me ajudou: Felizmente, duas mães do meu grupo da igreja também estavam grávidas, e formamos amizades próximas. Eu podia compartilhar minhas experiências, e elas frequentemente perguntavam como eu estava. Outra amiga que havia passado por náuseas intensas na gravidez, ou hiperêmese gravídica, me deu muita ajuda e apoio.
— Krista Martin, Phoenix, Arizona
Eu tinha medo de me tornar mãe
Como filha única, minha única experiência com bebês era quando alguém me entregava um que sempre chorava no meu colo. Eu achava que não era boa em cuidar de crianças. Meu marido queria ter filhos, mas eu estava insegura porque estava concentrada na carreira.
O que me ajudou: Depois que me tornei mãe, fui me adaptando aos poucos e me surpreendi ao descobrir que amava a maternidade. Aprendi a controlar as náuseas da gravidez comendo proteínas em vez de apenas carboidratos, e a terapia ajudou a aliviar minha ansiedade.
— Samantha Radford, Altoona, Pensilvânia
Não me senti tão feliz quanto achava que deveria
Eu estava feliz com a ideia de engravidar, mas não gostei de estar grávida. Parecia que havia dentro de mim um ser vivo desconhecido, e eu me sentia completamente transformada.
O que me ajudou: Por fim, aceitei que aquele sentimento não duraria muito. Mais importante, eu acreditava que teria um bebê saudável. Se mais pessoas reconhecessem que a gravidez nem sempre é maravilhosa, outras mães de primeira viagem talvez se sentissem menos sozinhas e sobrecarregadas.
— Krista Wallach-Boop, Wichita, Kansas
Já não me reconhecia
Eu sempre quis ter filhos, mas nunca imaginei vivenciar uma gravidez. Depois que minha esposa tentou um tratamento de fertilidade sem engravidar, decidi tentar. O ganho de peso durante a gravidez foi difícil para mim.
O que me ajudou: Minha esposa é coreana e usa muito gengibre na alimentação. Eu tomava cerca de quatro xícaras de chá de gengibre por dia, o que ajudou bastante. Caminhar também me fez sentir melhor.
— Corita Lewis, Playa del Carmen, México
Como lidar com complicações da gravidez
Eu sabia, na faixa dos 30 anos, que queria ter um filho, mas o trabalho adiou meus planos. Aos 40 anos, finalmente decidi tentar por conta própria. Minha gravidez foi muito difícil.
O que me ajudou: Amigos e familiares me apoiaram nos dias difíceis. Meu obstetra e a equipe de obstetrícia também ajudaram muito. Usei acupuntura para a ansiedade e criei um espaço mental seguro para mim.
— Miriam Steinberg
Desenvolvimento de diabetes gestacional
Eu achava que a gravidez seria um período especial para criar vínculo com meu bebê, mas minha experiência foi completamente diferente. Desenvolvi diabetes gestacional e precisei de injeções de insulina, exercícios e uma dieta cuidadosamente controlada, o que aumentou o estresse da gravidez.
O que me ajudou: Reconheci a importância de reformular meus pensamentos — a gravidez não duraria para sempre; seria apenas um período curto.
Guia | Desafios e resiliência durante a gravidez: mães compartilham suas experiências
Guia | Desafios e resiliência durante a gravidez: mães compartilham suas experiências
A gravidez costuma ser vista como um período feliz de preparação para a chegada de um bebê. Na realidade, nem sempre é tão ideal quanto os filmes e a televisão sugerem. Muitas gestantes enfrentam desafios, incertezas e sofrimento. Aqui, algumas mães descrevem seus momentos mais difíceis e o que as ajudou a lidar com eles.
Aprendi a pedir ajuda
Minha primeira gravidez transcorreu relativamente bem, apesar de algum desconforto. A segunda foi completamente diferente: senti náuseas o dia todo durante o primeiro trimestre. Cuidar de uma criança de dois anos deixava quase nenhum tempo para descansar, e eu estava constantemente exausta. A dor aguda causada pela frouxidão das articulações do quadril e da pelve tornava desconfortável sentar e deitar. A dor física persistente e a piora da saúde mental tornaram a experiência extremamente difícil.
O que me ajudou: Gengibre e pulseiras de acupressão não aliviaram muito as náuseas. Dormir sempre que possível e comer com frequência funcionou melhor. Os carboidratos eram os únicos alimentos que não me causavam náusea, então eu levava batatas fritas e pasta de amendoim com chocolate. A fisioterapia ajudou um pouco na dor articular, e comecei a fazer terapia. Mais importante, aprendi a pedir e aceitar ajuda. Tentar ser uma “supermulher” só me deixou ainda mais exausta; o maior alívio veio quando deixei meu marido, minha família e meus amigos ajudarem.
— Stephanie Ilagi, Durham, Carolina do Norte
Passei tempo demais sozinha
Durante minha primeira gravidez, meus sintomas foram relativamente típicos — alguns enjoos matinais no início e cansaço mais tarde. Minha segunda gravidez foi completamente inesperada.
O que me ajudou: Felizmente, duas mães do meu grupo da igreja também estavam grávidas, e formamos amizades próximas. Eu podia compartilhar minhas experiências, e elas frequentemente perguntavam como eu estava. Outra amiga que havia passado por náuseas intensas na gravidez, ou hiperêmese gravídica, me deu muita ajuda e apoio.
— Krista Martin, Phoenix, Arizona
Eu tinha medo de me tornar mãe
Como filha única, minha única experiência com bebês era quando alguém me entregava um que sempre chorava no meu colo. Eu achava que não era boa em cuidar de crianças. Meu marido queria ter filhos, mas eu estava insegura porque estava concentrada na carreira.
O que me ajudou: Depois que me tornei mãe, fui me adaptando aos poucos e me surpreendi ao descobrir que amava a maternidade. Aprendi a controlar as náuseas da gravidez comendo proteínas em vez de apenas carboidratos, e a terapia ajudou a aliviar minha ansiedade.
— Samantha Radford, Altoona, Pensilvânia
Não me senti tão feliz quanto achava que deveria
Eu estava feliz com a ideia de engravidar, mas não gostei de estar grávida. Parecia que havia dentro de mim um ser vivo desconhecido, e eu me sentia completamente transformada.
O que me ajudou: Por fim, aceitei que aquele sentimento não duraria muito. Mais importante, eu acreditava que teria um bebê saudável. Se mais pessoas reconhecessem que a gravidez nem sempre é maravilhosa, outras mães de primeira viagem talvez se sentissem menos sozinhas e sobrecarregadas.
— Krista Wallach-Boop, Wichita, Kansas
Já não me reconhecia
Eu sempre quis ter filhos, mas nunca imaginei vivenciar uma gravidez. Depois que minha esposa tentou um tratamento de fertilidade sem engravidar, decidi tentar. O ganho de peso durante a gravidez foi difícil para mim.
O que me ajudou: Minha esposa é coreana e usa muito gengibre na alimentação. Eu tomava cerca de quatro xícaras de chá de gengibre por dia, o que ajudou bastante. Caminhar também me fez sentir melhor.
— Corita Lewis, Playa del Carmen, México
Como lidar com complicações da gravidez
Eu sabia, na faixa dos 30 anos, que queria ter um filho, mas o trabalho adiou meus planos. Aos 40 anos, finalmente decidi tentar por conta própria. Minha gravidez foi muito difícil.
O que me ajudou: Amigos e familiares me apoiaram nos dias difíceis. Meu obstetra e a equipe de obstetrícia também ajudaram muito. Usei acupuntura para a ansiedade e criei um espaço mental seguro para mim.
— Miriam Steinberg
Desenvolvimento de diabetes gestacional
Eu achava que a gravidez seria um período especial para criar vínculo com meu bebê, mas minha experiência foi completamente diferente. Desenvolvi diabetes gestacional e precisei de injeções de insulina, exercícios e uma dieta cuidadosamente controlada, o que aumentou o estresse da gravidez.
O que me ajudou: Reconheci a importância de reformular meus pensamentos — a gravidez não duraria para sempre; seria apenas um período curto.
— Kelley Kitley
Fonte:
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