Notícias | Adiamento da maternidade entre médicas gera preocupação: equilibrando carreira e família
Um estudo publicado no JAMA Network Open constatou que, apesar de entenderem o declínio da fertilidade relacionado à idade, mais de 75% das médicas adiaram a maternidade, e algumas enfrentaram infertilidade. O estudo analisou como elas ajustam a carreira para a maternidade e por que adiam a gravidez.
Por meio de questionário, pesquisadores analisaram a relação entre escolhas reprodutivas e profissionais. Embora a presença feminina na medicina cresça, persistem diferenças de gênero no avanço profissional. Dados da Association of American Medical Colleges (AAMC) mostram que mulheres são 43% do corpo docente das faculdades de medicina, mas apenas 22% chegam a chefes de departamento ou reitoras.
Mais de 98% das participantes eram médicas dos Estados Unidos de especialidades como obstetrícia e ginecologia, clínica médica e pediatria. Cerca de 36.8% haviam enfrentado infertilidade, e mais da metade delas usou fertilização in vitro (IVF). Mais de 75% disseram que a pressão profissional foi motivo importante para adiar a maternidade.
Embora a maioria conhecesse relativamente bem a fertilidade, quase metade desejava ter começado a tentar engravidar mais cedo. Equilibrar responsabilidades familiares e pressão profissional continuava sendo um grande desafio.
Os pesquisadores enfatizaram que instituições de saúde precisam de políticas que apoiem melhor médicos na formação de suas famílias. Uma regra recente do Accreditation Council for Graduate Medical Education exige pelo menos seis semanas de licença parental remunerada, abaixo das 12 semanas recomendadas pela American Academy of Pediatrics.
As descobertas incentivam a comunidade médica a reavaliar a relação entre carreira e escolhas reprodutivas e a promover políticas que apoiem tanto o avanço profissional quanto uma vida familiar equilibrada.
Notícias | Adiamento da maternidade entre médicas gera preocupação: equilibrando carreira e família
Notícias | Adiamento da maternidade entre médicas gera preocupação: equilibrando carreira e família
Um estudo publicado no JAMA Network Open constatou que, apesar de entenderem o declínio da fertilidade relacionado à idade, mais de 75% das médicas adiaram a maternidade, e algumas enfrentaram infertilidade. O estudo analisou como elas ajustam a carreira para a maternidade e por que adiam a gravidez.
Por meio de questionário, pesquisadores analisaram a relação entre escolhas reprodutivas e profissionais. Embora a presença feminina na medicina cresça, persistem diferenças de gênero no avanço profissional. Dados da Association of American Medical Colleges (AAMC) mostram que mulheres são 43% do corpo docente das faculdades de medicina, mas apenas 22% chegam a chefes de departamento ou reitoras.
Mais de 98% das participantes eram médicas dos Estados Unidos de especialidades como obstetrícia e ginecologia, clínica médica e pediatria. Cerca de 36.8% haviam enfrentado infertilidade, e mais da metade delas usou fertilização in vitro (IVF). Mais de 75% disseram que a pressão profissional foi motivo importante para adiar a maternidade.
Embora a maioria conhecesse relativamente bem a fertilidade, quase metade desejava ter começado a tentar engravidar mais cedo. Equilibrar responsabilidades familiares e pressão profissional continuava sendo um grande desafio.
Os pesquisadores enfatizaram que instituições de saúde precisam de políticas que apoiem melhor médicos na formação de suas famílias. Uma regra recente do Accreditation Council for Graduate Medical Education exige pelo menos seis semanas de licença parental remunerada, abaixo das 12 semanas recomendadas pela American Academy of Pediatrics.
As descobertas incentivam a comunidade médica a reavaliar a relação entre carreira e escolhas reprodutivas e a promover políticas que apoiem tanto o avanço profissional quanto uma vida familiar equilibrada.
Fonte da matéria:
Coletado online